22 abril, 2012

Branco, o rosto branco

Em silêncio, eu chamo. Ensaio teu nome curto, tocar teu rosto branco. Paro, e quase digo. Contenho o desejo fértil do teu cheiro, e giro. Fujo, estarrecida pelo calor da sua fala. Da sua imagem que não é.
Ilusão que move, verdade que me sofre. 





imagem: LavourArcaica

2 comentários:

Maíra K. disse...

Às vezes, um olhar, um toque dizem mais do que qualquer palavra.

Paixão disse...

ah, esse chove e não molha ...